sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Empresa quer revolucionar gênero de jogos point n'click.


A empresa norte-americana 'Telltale Games' já revolucionou o gênero de jogos point n' click lançando títulos que exploram o universo de 'Game Of Thrones' e 'Walking Dead', por exemplo. Mas, ainda em 2015, ela pretende lançar um novo título anunciado como o "mais ambicioso da empresa desde 2004", ano de sua criação.

Popular entre os jogadores que preferem interfaces mais simples nos jogos, o gênero point n' click permite a interação utilizando o cursor do mouse para explorar cenários ou executar ações. 

Em clima proposital de suspense, o CEO da empresa, Kevin Burner, não contou detalhes sobre qual será o tema da próxima produção, mas revelou que o projeto entusiasmou todos os desenvolvedores da empresa. 

Fica aí a dica pra quem gosta do gênero: muito em breve, jogadores terão acesso a mais uma história envolvente para gastar horas na frente da telinha do PC.

Fonte: Game Hall

Xiaomi chega nos EUA mas ainda não vende smartphones.


Os preparativos para o lançamento do primeira loja online da Xiaomi voltada para o mercado norte-americano já começaram. Mas, por enquanto, o site Mi.com vai vender apenas acessórios de smartphones, como fones de ouvido e baterias externas. 

A Xiaomi hoje ocupa o terceiro lugar na corrida dos fabricantes de smartphones, perdendo apenas para Apple e Samsung. Nos EUA, a chinesa quer um feedback dos consumidores americanos experientes, que detêm altos padrões de consumo. 

O vice-presidente da empresa, Hugo Barra, não revelou os planos da empresa para introduzir seus smartphones no mercado americano - ou seja, ainda não há data prevista para compra dos aparelhos nos EUA. Segundo Barra, um estudo detalhado de mercado está sendo feito antes do ingresso total na briga pelos consumidores. 

Embora venda produtos de baixo custo, os impostos e subsídios do governo norte-americano podem eliminar a vantagem comercial da Xiaomi, reduzindo assim o poder de competitividade que a empresa detém na China.

Fonte: Tech Times 

Apple adiciona dupla autenticação no iMessage e FaceTime.

Depois do iCloud, a Apple adicionou o recurso de dupla autenticação no iMessage e FaceTime, aplicativos de comunicação da empresa. A novidade foi anunciada nesta quinta-feira, 12.
O recurso de segurança existe na Apple desde 2013, para compras na App Store e no iTunes com a Apple ID. No entanto, com o vazamento de fotos de celebridades no final do ano passado, a empresa da maçã trouxe a dupla autenticação também para o iCloud, nuvem onde são armazenadas imagens, contatos e outros arquivos.
A dupla autenticação promete aumentar a segurança do usuário já que além de inserir seu login e senha, ele precisa digitar um código que é gerado por um aplicativo à parte.
Para saber como adicionar a ferramenta, basta acessar o fórum de ajuda da Apple.
Fonte:desconhecida

Bug no Facebook poderia apagar todas as fotos na rede social

Um pesquisador de erros em sistemas que se apresenta como Laxman Muthiyah descobriu um bug no Facebook que permitia a um usuário comum excluir qualquer foto de visualização pública na rede social. Laxman reportou o erro ao Facebook e recebeu a bolada de US$ 12,5 mil da equipe de Mark Zuckerberg através de um programa de recompensas. 

As alterações que o bug permitiam podiam ser feitas através do Facebook Graph API, que é uma interface de programação. Qualquer foto pública poderia ser apagada por usuários que tivessem acesso à plataforma por algum dispositivo móvel. 


Fonte:Olhar Digital

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Mais de um terço dos usuários do Facebook só o acessam por mobile.


Facebook liberou nesta quarta-feira, 28, seus resultados trimestrais referentes ao período entre outubro e dezembro de 2014, com números bastante positivos, principalmente sobre a quantidade de usuários que utilizam o serviço por plataformas móveis e a capacidade de monetizá-los.
O Facebook deixou de crescer em ritmo acelerado, e se mantém com 1,39 bilhão de usuários mensais ativos, um aumento modesto (em comparação com a época em que a rede era menor) de 40 milhões de pessoas em relação ao trimestre anterior. Mas é incrível a quantidade de pessoas que cada vez mais aderem à rede social pelo celular ou tablet: 86% do total de usuários, ou 1,19 bilhão usam o Facebook móvel pelo menos uma vez por mês.
E o mais impressionante é que cada vez mais gente usa o Facebook APENAS no celular, chegando a mais de um terço do total de usuários. Segundo o relatório, 37,6%, ou 526 milhões de pessoas, simplesmente não acessam a rede social no desktop.
 Tudo isso, claro, se reverte em dinheiro para a conta da empresa de Mark Zuckerberg. Nos últimos três meses do ano, o Facebook faturou US$ 3,85 bilhões, um aumento de 49% em relação aos US$ 2,59 bilhões registrados no mesmo período de 2013.
Como você já deve desconfiar, a maior parte do faturamento do Facebook vem de publicidade, totalizando US$ 3,59 bilhões no último trimestre de 2014. O impressionante é que graças ao grande engajamento do público no mobile, 69% de toda essa receita veio de anúncios para celulares e tablets, exibidos nos aplicativos e no site móvel da rede social.
O lucro também aumentou: US$ 701 milhões no fim do ano passado contra US$ 523 milhões no final do retrasado, alta de 34%.
E os outros aplicativos do Facebook?Mark Zuckerberg aproveitou o momento para compartilhar algumas informações sobre outros serviços que funcionam sob o guarda-chuva do Facebook, como WhatsApp e Instagram. Veja:
Facebook Groups: 700 milhões de usuários
WhatsApp: 700 milhões de usuários
Messenger: 500 milhões de usuários
Instagram: 300 milhões de usuários

sábado, 3 de janeiro de 2015

Reino Unido prende membro de grupo que derrubou a PSN e a Xbox Live.

O Lizard Squad, grupo hacker que assumiu a autoria dos ataques que derrubaram a PSN e a Xbox Live durante o Natal, sofreu uma baixa. Vinnie Omari, um dos supostos membros, foi preso pela polícia do Reino Unido no último dia 31 de dezembro.

Solto após pagar fiança, Omari explicou ao Daily Dot a operação policial em sua casa que resultou em sua prisão. Segundo ele, foram apreendidos seus computadores, consoles e também seus pendrives. Em resumo: eletrônicos que poderiam conter evidências contra ele.

Segundo comunicado das autoridades, a prisão pode não estar ligada com os ataques à Sony e Microsoft no Natal, porém. O texto fala que a operação é parte de uma investigação de ciberfraude que aconteceram entre 2013 e agosto de 2014, quando vítimas relataram roubo de fundos de suas contas no PayPal.

O grupo Lizard Squad ganhou notoriedade nos últimos dias após atacar redes de games no fim do ano. No entanto, especula-se que todo o esforço tenha sido uma estratégia de “marketing” para vender uma ferramenta chamada Lizard Stresser. Com este serviço pago, qualquer um poderia realizar ataques de negação de serviço (os famosos ataques DdoS) contra qualquer site ou serviço online.

Google expõe publicamente falha de segurança no Windows 8.1

O Google tomou uma atitude polêmica que pode atrapalhar ainda mais as relações com a Microsoft. A empresa divulgou publicamente uma falha no Windows 8.1 encontrada graças ao Project Zero, iniciativa do gigante de buscas que se propõe a encontrar vulnerabilidades no software de outras companhias. 
A falha, que permite que usuários ganhassem privilégios de administrador sem permissão, foi revelada de forma privada à Microsoft há 90 dias, afirma o Google. A empresa considera este o prazo suficiente para que qualquer membro de indústria corrija o que está errado, e que é um período de tempo razoável para executar os processos de gerenciamento de vulnerabilidades. 
No entanto, o assunto é sempre polêmico, já que, dependendo da falha, ao expô-la publicamente, é possível deixar milhões de usuários vulneráveis. Ao mesmo tempo, abrindo a falha a qualquer um, os responsáveis são obrigados a agir de forma mais rápida. Fica a dúvida: 90 dias são o suficiente? O Google acha que sim. 
O caso parece razoavelmente inofensivo, já que segundo a Microsoft, para que alguém possa explorar o bug, é necessário ter credenciais válidas para o login no computador. Ou seja: dificilmente é algo que afete o usuário doméstico, mas pode ser um problema em empresas. 
A Microsoft diz que a solução já está a caminho, no entanto, apesar da demora. Agora que a falha se tornou pública, a empresa precisa se apressar para liberar a atualização que solucione o problema.